São tantos momentos de dificuldade na vida. Mas também, passamos por momentos maravilhosos, ímpares.

Mas, por vezes não conseguimos distingui-los. Se parássemos para entender o quanto a vida é frágil, tudo seria diferente.

Um dia desses, me inspirei no texto de uma amiga para estar aqui escrevendo. Ela, que perdeu seu pai recentemente, traz de uma maneira sucinta e singular a dor da perda. Mas percebe a realidade. Ela aproveitou os momentos que tinha que aproveitar e por isso seu coração se conforta.

Ai de mim se soubesse perceber as coisas da vida de maneira facilmente. Não sei exatamente explicar os sentimentos. Talvez seja por esse mesmo motivo que não consigo distinguir tais momentos. No agora, só me resta escrever.

Quando vamos parar pra perceber que aquela chamada de atenção dos nossos pais fará falta, o telefone tocando na “balada” pela preocupação deles não tocará mais, o afago das mãos quentes e o abraço inigualável de pai e mãe. Eles são somente um. Quando nos faltarem, quem poderá fazer isso? Pois é, se você está procurando a resposta e até agora não a encontrou, não se preocupe. Esta resposta não existe. Pais são seres únicos, insubstituíveis. Pode ser que não seja pai e mãe de sangue. Mas aquela pessoa que te criou, viu você dar seus primeiros passos, o pronunciamento de suas primeiras palavras, o primeiro dia de aula, o primeiro namorado (a), … Seu melhor amigo. Não há preço que pague e nem pessoa que substitua o amor de pai e mãe.

Lívia Bonfim

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